quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O QUE É VIVER?


Se viver
É conviver com as guerras
Que meus sentidos desapareçam
E o frio me consuma
E o calor do meu corpo se esvaindo
Lhe aqueça nesse instante de solidão
Se é ter sentimentos
Que o meu coração passe a sofrer
Na ilusão de te amar
Se é dormir, é sonhar ,é acordar
Que os meus olhos se fechem
No intuito de te enxergar
Na escuridão dos meus sonhos
No esperado alvorecer

Autor: Walisson Rodrigues

O professor está sempre errado!





 
Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é coitado.
Tem automóvel, chora de “Barriga Cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um “Caxias”.
Precisa faltar, é turista.
Conversa com os outros professores, está malhando os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "Deu mole".
É, professor está sempre errado, mas se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Autor desconhecido
Dedicado a todos os professores e futuros professores!

LOS BURRITOS



QUAL DAS ALTERNATIVAS MELHOR RESPONDE ESTE DESENHO? ALGUÉM CONSEGUE ERRAR? EU CONHEÇO ALGUMAS PESSOAS QUE SIM.

1 - SALVE-SE QUEM PUDER;
2 - O MAIS FORTE SEMPRE VENCE;
3 - A COMUNICAÇÃO É A SOLUÇÃO;
4 - BURROS SÃO, BURROS SEMPRE SERÃO.

FALANDO ACERCA DE EPISTEMOLOGIA!



PENSANDO E REPESSANDO EPISTEMOLOGIA.
POR ELANO SUDÁRIO BEZERRA
BLOG: conceitodeconhecimento.wordpress.com

VIDA DE ESTUDANTE NÃO É FÁCIL!




Há se eu soubesse que iria ser tão difícil terminar o que muitos chamam de estudos. Não teria, pois, nem iniciado. Dizem que é fácil a vida de um estudante, enganados estão se pensarem bem. Passa-se boa parte da vida enfurnado em uma sala de aula, assistindo seis horas de aula por dia, cinco dias por semana, oito meses por ano, isso nas piores escolas, nas melhores a situação é ainda mais agravante, na verdade nem sei se são melhores ou piores tais escolas.
                Voltando, bons anos para aprender tudo o que puderes para prestar uma prova que só o nome já assusta “vestibular”. O pior é que se passares, ainda terás que permanecer mais quatro a seis anos em uma cadeira de universidade seca, com pessoas de altíssimo nível intelectual e altíssima chatice também, isso na melhor das hipóteses, se tiveres o azar que algumas pessoas tiveram passarás oito ou nove anos sentados nessa mesma cadeira dependendo do curso. Tens tu agora um certificado, que de certo nada vale. És somente mais uma pessoa que tem um diploma de curso superior. Terás, então, que buscar alguma especialização na tua área o que te custará mais um a dois anos da tua vida.  O certo é que um verdadeiro estudante nunca para de estudar, por isso, afirmo-vos não serem fáceis nossas vidas. Porém, compensatória torna-se ela, principalmente quando tens algum tipo de reconhecimento, mesmo sendo ele da tua própria mãe. Afinal, de quem mais poderia ser o maior e melhor dos reconhecimentos se não o materno ou o paterno.
                O certo é que mesmo com todas as “dificuldades” consigo suportar os estudos e, quem sabe um dia eu consiga algo! E o que pensas a respeito?
POR: BRUNO OLIVEIRA
LETRAS PORTUGUÊS - UFPI

A EDUCAÇÃO ESTÁ UM CAOS!



O QUE VOCÊ PENSA DESTA  IMAGEM?

Sinônimos do amor!

A UMA PESSOA ESPECIAL:


Palavras são apenas palavras se ditas ao acaso;
Sentimentos são tolices se não os são respeitados
E o amor! Há quem diga que é bom.
Há quem diga que é mal.
Há quem diga até ser uma flor roxa
Que somente floresce para os trouxas
Porém, há palavra mais bonita?
Sentimento mais sincero que o amor?
Quem não quer ter o bom, enquanto que o mal é não ser amado.
E o mal, se feito para o bem dá no mesmo.
Analisando bem, o roxo é conseguido a partir de duas cores primárias.
O vermelho que em sua essência revela toda a força e bondade da paixão
E o azul!
É a cor do céu e é para onde os amantes olham
Buscando no infinito o rosto da pessoa amada
Céu lindo que um apaixonado nos deixou
Gostaria eu ser chamado de trouxa todos os dias,
Saberia, pois, que seria amado.
No entanto, e se alguém perguntar:
Mas o que é o amor?
Alguns sabem muitos sinônimos para tal.
Para mim os sinônimos que dou para o amor são:
Franceane, Você e Tu mesmo.


Feito por: Bruno Oliveira
Dedicado a: Franceane.

AMAR SEGUNDO UM GRAMÁTICO!

Para quem gosta de gramática!















Amar: verbo intransitivo ao qual a gramática insiste em dizê-lo como transitivo, mas como sê-lo-á , se se ama sem pedir complemento, quem ama, somente ama, não pede. Por ser intransitivo, nem predicativo solicita, uma vez que não se ama ninguém por suas qualidades, ama-se mais pelos próprios defeitos, tentando, desta forma, saná-los. Adjuntos adnominais não fazem falta, já que referem-se normalmente a concretismo e posse. Adjuntos adverbiais, só os que indicam: o tempo, o lugar, a companhia e a intensidade que, onde e com a qual o amor dar-se-á.
O vocativo importa em demasia, já que invoca a amada ao comparecimento. O termo essencial passa a ser, portanto, tão somente o sujeito composto que designará quem ama quem, sem a complementação redundante do verbo.

ALMA GÊMEA!

Que engraçado!


Muitas pessoas dizem que estão à procura de sua alma-gêmea. Denotativamente falando dessa personagem “alma-gêmea” temos a conclusão de sua inexistência, uma vez que se pegarmos ao pé da gramática teremos as seguintes definições:
Alma – espírito desencarnado, ou seja, coisa que não existe até que se prove o contrário;
Gêmea – que nasceu no mesmo parto, isto é, só se pode ser gêmeos os irmãos e não existe relacionamento entre irmãos, pelo menos não é normal.
Então não se entende o porquê de tantas pessoas ainda esperarem tanto pela danada da sua alma-gêmea já que ela não existe.
Quantas meninas ainda hoje esperam pelo seu príncipe encantado montado em seu cavalo branco que virá pegá-la para morar em um castelo. Certo que hoje só quem anda a cavalo são os carroceiros, então atualizando para os nossos dias: quantas meninas ainda esperam seu empresário rico sentado em sua Hillux que virá pegá-las para levá-las para uma mansão? Melhorou não?
Portanto como sei que minha alma-gêmea não existe, e a pessoa certa eu não encontrei ainda, vou levando a vida com as erradas mesmo.
Feito por: Bruno Rafael
Dedicado às: mulheres

COMO ESCREVER?

MAIS UM TEXTO QUE NÃO TEM A PRETENSÃO DE ENSINAR NINGUÉM A ESCREVER
Por: Elano Sudário Bezerra
Filosofia - UFPI

Muitas pessoas ficam apavoradas diante da idéia de escrever um
texto e isso se acentua ainda mais quando lhes é exigido que
cumpram certas normas, que são típicas de um trabalho científico.
No mais das vezes se procura uma fórmula mágica para escrever
textos de forma que os leitores possam ficar satisfeitos com a
leitura ou mesmo já é um ganho que boa parte dos leitores cheguem
pelo menos até o final do texto que você escreveu. Pelo menos esse
é o anseio de quem quer ser lido.
Bem, sem querer decepcionar este que está iniciando a leitura
deste texto (e que eu espero que chegue até o final) não há uma
fórmula mágica para começar a escrever com destreza. (Calma!
Não precisa pare de ler agora, acho que posso ajudar.) Não sei se
irão inventar, mas de qualquer forma em vez de ficar esperando
este invento é melhor atentar para algumas dicas que podem ajudar
nesta tarefa que é muito desafiadora.
A primeira coisa que se deve fazer é organizar as informações, é
muito difícil iniciar um texto onde se tem pouco conteúdo sobre o
que se está propondo falar. Ou pior, quando se tem muita
informação, mas não se sabe o que deve ser posto ou retirado. São
duas situações complicadas e que muitos quando começam a
produção de textos se deparam.
Para a primeira situação apontada acima o que se aconselha é
fazer de duas uma: ou não escrever (vai escrever o quê? se não
sabe nada do assunto) ou estudar a literatura disponível. Para a
segunda situação é bom que se continue lendo este texto, que
abordará alguns aspectos logo mais adiante que facilitarão a
escolha das informações que devem ser utilizadas no texto.
Qualquer texto de cunho acadêmico deve antes de tudo ser
pensado a partir de uma problematização, ou seja, deve haver uma
questão que precisa ser resolvida pela escrita do seu texto. Esta questão deve ser relevante, ninguém se interessará por um texto
que não traga nenhuma novidade.
Definido o problema deve-se colocar algumas hipóteses para a
solução do mesmo. Observa-se que nesta etapa, onde ainda não se
iniciou a escrita do texto, já há um processo de construção de um
texto mental.
Tendo o problema e as hipóteses, decida como você irá trabalhar
com ambos. Definida a abordagem do problema você terá a
metodologia que irá guiar todo o trabalho.
Deixando estes três aspectos bem nítidos para você (por
enquanto, é claro), é como se estivesse com a faca e o queijo na
mão, agora é só cortar e distribuir para que os leitores degustem.
Esta distribuição para degustação dos leitores se dá quando você
provê respostas ao problema levantado.
A medida que o problema,as hipóteses,a metodologia e as
respostas vão se clarificando, a organização da literatura e das
informações que devem estar presentes no texto vai sendo definida.
Passemos agora para os aspectos estruturais do trabalho, (não
pense que farei aqui uma descrição de como deve ser a paginação,
as margens, o espacejamento, etc. De modo algum, aos
interessados nisso procurar a ABNT) começando pelo título, que é
uma das partes que devem ser atentadas. Diz-se por aí que a
primeira impressão é a que fica, então se você acredita nisso deve
atentar ainda mais para esta parte do texto.Tenha em mente que o
seu texto sempre vai ser lembrado pelo título que você colocou.
O título deve expressar a essência do trabalho, além de ser curto
e que possa descrever o trabalho. Não faça o leitor como o autor
deste texto colocando um título tão grande que pode desanimar o
leitor até de chegar ao final do próprio título. (Que vergonha, que
mau exemplo!) O título deve ser específico como o problema.
Logo após o título vem a introdução, esta parte você deve
aprimorar bem. A introdução é como uma cantada: você não pode
dizer tudo, não pode omitir demais suas intenções, mas tem que
deixar claro seu objetivo. Ou seja, a introdução deve ter a apresentação do problema, as suas hipóteses, onde você se
fundamentou para produzir o texto e seus objetivos.
Depois da introdução, você só tem que cumprir o que prometeu
nela e seu texto está construído. Não sei se essas dicas podem
ajudar ao meu leitor, mas se ele chegou até aqui pelo menos meu
objetivo eu consegui: ele chegou até o final do texto!

EDUCAÇÃO, O QUE É ISSO?


EDUCAÇÃO




O que é educação?
Essa palavra tão bonita, que ao longo dos tempos representou mudanças estruturais em todo o mundo. Pensa-se, ao menos alguns, que educação é estar em uma sala rodeado de outros pessoas em um nível etário equivalente onde se mira um (a) coitado (a) que lhes dirá alguma coisa cuja servidão desta ser-lhe-á um dia. Mas será que educação é isso? Será que um dia as informações que recebi e que recebo em sala de aula servir-me-ão para algo. Será que se eu entender o que é um adjunto adnominal eu serei um ser melhor ou um ser educado? Ou melhor, será que se eu entender o que é a bissetriz de um ângulo a sociedade me verá de uma forma melhor. São preguntas que a educação nos promove. Mas será, realmente, que educação é isso? Segundo o dicionário, “educação é: Desenvolvimento das faculdades físicas, morais e intelectuais do ser humano”. Dentro de uma sala de aula, ou seja, “dentro de uma educação” estaríamos aprendendo tudo isso, mas será que é o que acontece? Ao longo da história deparamo-nos com diversos tipos de educação, a exemplo disso, a educação Espartana e a sua forma militar de ensinar. Nos nossos tempos, deparamo-nos com a ditadura com sua forma parecida à militar espartana. O interessante é que nessa época parece que mesmo privados, produzia-se mais, ou seja, como já dizia o dito popular “tudo que é proibido é mais gostoso”, se te proíbem de escrever coisas interessantes, automaticamente, terás um estímulo. A confirmação disso está na produção das diversas artes da sociedade. As mais belas e pensantes músicas produziram-se nessa época, músicas que falavam da realidade, da prisão, da sociedade. Hoje, como o direito de escrever, de imprensa e de tudo é livre, ou ao menos se diz livre, não se produz nada, ou quase nada, que sirva para um estímulo pensante. Exemplificando isto, temos as mais “pensantes manifestações musicais”, em vozes de cantores aos quais a relevância é absoluta: MC CREU, STEFANNY, dentre outros. Realmente a educação mudou, mas será que para melhor? Bons eram aqueles tempos em que se aprendia no chicote, não sabe a tabuada? Chicote nele. Não aprendeu as contas básicas? Chicote nele. A educação é a base estrutural da mudança elevatória de um país. Não precisamos pensar muito, basta recordar-nos o que aconteceu com Hiroshima e Nagasaki, cidades destruídas pelo poderio idiota de um grande país reorganizaram-se e cresceram à luz de um estímulo à educação. Mudando a educação, mudamos o mundo. Mudemo-la, pois, para melhor!
Como vocês viram, não respondi a pergunta que fiz no início, pois não sei respondê-la, alguém sabe? Faça-o, pois!

BRUNO OLIVEIRA